quarta-feira, 14 de março de 2012

Daniel: homem santo em meio a glutonaria


Muitas pessoas acreditam que santificação é um estágio na vida cristã: ao alcançá-lo, estamos diplomados como santos. Outros acreditam em santificação instantânea: num momento de nossa vida somos radicalmente e automaticamente transformados e passamos a viver uma nova vida, como num passe de mágica.
Para descobrir o que de fato é santificação, observe 1 Tessalonicenses 5:23: “Que o próprio Deus da paz os santifique inteiramente. Que todo o espírito, a alma e o corpo de vocês sejam preservados irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”.
Santificação é viver de forma dedicada a Deus, inteiramente. A santificação, então, passa a ser o estilo de vida do cristão. Ela afeta todas as áreas de nossa vida: física, mental e espiritual. Santificação é nos apropriarmos da vontade de Deus em nossa vida, e viver em inteira conformidade com Sua vontade. Embora Deus opere a santificação em nossa vida, cabe a nós permitirmos que ela ocorra, renunciando a certas coisas que nos afastam de Deus e de Sua vontade.
Além disso, a verdadeira santificação não consiste em emoções. Há uma tendência de pensarmos que quando estamos satisfeitos, realizados ou felizes, estamos santificados. Porém, a santificação é uma obra diária, não momentânea, e durará enquanto durar nossa vida.
Há na Bíblia um personagem que ilustra muito bem o que significa santificação: Daniel.
Daniel ainda era jovem quando, dentre os israelitas que foram levados cativos à Babilônia, foi selecionado para servir na corte do rei. Certamente, naquele ambiente pagão em que estava, sofreu muitas tentações. Entretanto, em cada momento, buscou a santificação, tentou viver conforme a vontade de Deus; e é possível ver o quanto ele foi recompensado.
Na Bíblia, em Daniel 1:5-7, diz: “De sua própria mesa, o rei designou-lhes uma porção diária de comida e de vinho. Eles receberiam um treinamento durante três anos, e depois disso passariam a servir o rei. Entre esses estavam alguns que vieram de Judá: Daniel, Hananias, Misael e Azarias. O chefe dos oficiais deu-lhes novos nomes: a Daniel deu o nome de Beltessazar; a Hananias, Sadraque; a Misael, Mesaque; e a Azarias, Abede-Nego”. Esse era o ambiente em que Daniel estava. Ellen G. White diz que na mesa do rei eram servidos inúmeros alimentos impuros, inclusive carne de porco. Naquele momento, qual foi a decisão de Daniel? Ela está descrita no verso 8: “Daniel, contudo, decidiu não se tornar impuro com a comida e com o vinho do rei, e pediu ao chefe dos oficiais permissão para se abster deles.”
Dessa forma, fica claro que a santificação é uma decisão consciente de nossa parte: eu devo decidir viver de acordo com a vontade de Deus. A santificação com minha escolha de aceitar a vontade de Deus em minha vida. A santificação começa quando decido ser santo.
Tanto quanto nós, Daniel foi severamente provado. Porém, Daniel fazia da oração uma necessidade: por meio da oração, buscava o poder e auxílio de Deus, e o fazia em todas as situações de sua vida. Para que o processo de santificação seja contínuo é necessário desenvolvermos um relacionamento com Deus, que ocorre por meio da oração e estudo de Sua palavra. Se não contemplarmos o exemplo, como desejamos ser semelhantes a Ele? Se não nos relacionamos com Ele, como desejaremos fazer Sua vontade?
Quando o processo de santificação é iniciado, todo nosso ser passa a ser moldado: hábitos, palavras, temperamento, estilo de vida… Tornamo-nos dependentes de Deus e, confiando plenamente nEle, somos levados à falar dele às outras pessoas.
Veja o que diz em Daniel 1:11-16: “Disse então ao homem que o chefe dos oficiais tinha encarregado de cuidar dele e de Hananias, Misael e Azarias: ‘Peço-lhe que faça uma experiência com os seus servos durante dez dias: não nos dê nada além de vegetais para comer e água para beber. Depois compare a nossa aparência com a dos jovens que comem a comida do rei, e trate os seus servos de acordo com o que você concluir.’ Ele concordou e fez a experiência com eles durante dez dias. Passados os dez dias, eles pareciam mais saudáveis e mais fortes do que todos os jovens que comiam a comida da mesa do rei. Assim o encarregado tirou a comida especial e o vinho que haviam sido designados e em lugar disso lhes dava vegetais”.
A santificação deve nos aproximar de Deus, dando-nos um conhecimento de quem Ele é. Essa proximidade nos leva a testemunhar e desafiar aos descrentes, que começam a enxergar o poder de Deus em nossa vida, como fez Daniel.
Nessa passagem também vemos que o processo de santificação moldou os hábitos de Daniel: ele conhecia qual estilo de vida era benéfico à sua saúde, e o adotou. Veja alguns trechos do livroSantificação, página 16, de Ellen G. White, que fala sobre este assunto:
“A vida de Daniel é uma inspirada ilustração do que constitui um caráter santificado. Ela apresenta uma lição para todos, e especialmente para os jovens. Uma estrita submissão às reivindicações de Deus é benéfica à saúde do corpo e do espírito. A fim de atingir a mais elevada norma de aquisições morais e intelectuais, é necessário buscar sabedoria e força de Deus e observar estrita temperança em todos os hábitos da vida. Na experiência de Daniel e seus companheiros, temos um exemplo da vitória do princípio sobre a tentação para condescender com o apetite. Ela mostra que, por meio do princípio religioso, os jovens podem triunfar sobre as concupiscências da carne e permanecer leais às reivindicações divinas, embora lhes custe grande sacrifício.
Que seria de Daniel e seus companheiros se se tivessem comprometido com aqueles oficiais pagãos e cedido à pressão da ocasião, comendo e bebendo como era costume entre os babilônios? Aquele único exemplo de desvio dos princípios lhes teria debilitado a consciência do direito e da aversão ao mal. A condescendência com o apetite teria envolvido o sacrifício do vigor físico, a clareza do intelecto e o poder espiritual. Um passo errado teria, provavelmente, levado a outros, até que, interrompendo sua conexão com o Céu, teriam sido arrastados pela tentação. ”
Neste mesmo livro, na página 17, Ellen G. White também nos adverte quanto ao cuidado que é preciso ter com a saúde:
“Proíbe toda satisfação prejudicial do apetite ou paixão. Que ninguém, dentre os que professam piedade, considere com indiferença a saúde do corpo e se lisonjeie pensando que a intemperança não seja pecado e que não afetará sua espiritualidade. Existe uma íntima relação entre a natureza física e a moral. Qualquer hábito que não promova a saúde, degrada as mais elevadas e nobres faculdades. Hábitos errôneos no comer e beber, conduzem a erros no pensar e agir. A condescendência com o apetite fortalece as propensões animais, dando-lhes a ascendência sobre as faculdades mentais e espirituais. É impossível a qualquer pessoa desfrutar da bênção da santificação enquanto é egoísta e glutona.”
Com a santificação, nossa mente é transformada: “Ao final do tempo estabelecido pelo rei para que os jovens fossem trazidos à sua presença, o chefe dos oficiais os apresentou a Nabucodonosor. O rei conversou com eles, e não encontrou ninguém comparável a Daniel, Hananias, Misael e Azarias; de modo que eles passa­ram a servir o rei. O rei lhes fez perguntas sobre todos os assuntos que exigiam sabedoria e conhecimento, e descobriu que eram dez vezes mais sábios do que todos os magos e encantadores de todo o seu reino.” Daniel 1:18-20. Deus concedeu sabedoria extraordinária a Daniel e seus amigos em função de viverem uma vida santificada.
Diante dos exemplos, fica evidente que experimentaremos os resultados de um relacionamento genuíno com Deus quando permitirmos que ele santifique nossa vida e opere as transformações necessárias. Não deixemos que coisas pequenas interfiram em nosso relacionamento com Deus e em nosso crescimento espiritual.
Foi por permitir isso que Daniel teve uma fé tão grande que lhe permitiu manter-se firme e leal a Deus enquanto esteve em Babilônia.


Por Tatiana Cornieri - Portal Tudo para Vegetarianos

terça-feira, 13 de março de 2012

Deus sabe fazer surpresas

Nossa cachoeirinha
Ainda em nosso primeiro lar rural, a Terra de Beulá, meu esposo e eu começamos a imaginar a propriedade ideal para nós. Imaginamos um lugar no alto da montanha, com bastante água, uma vista agradável, distante da cidade, com vizinhos mais afastados, com uma área de mata e outra para plantação e, por que não, com uma bela cachoeira. Afinal, sonhar não custa nada!


Algum tempo depois, ao visitar a propriedade que mais tarde chamaríamos de Ararat, nosso coração pulsou mais forte. Era a terra dos nossos sonhos! No alto da montanha, com bastante água, vista agradável, distante da cidade, com vizinhos mais afastados, área de mata e de plantação... Encontramos ali tudo o que tínhamos imaginado, quer dizer, quase tudo, só faltava a cachoeira. Mas reconhecemos que ter uma cachoeira em nossa propriedade era sonhar alto demais... Assim, nos demos por satisfeitos.


Logo depois de nos mudarmos para o Ararat, decidimos percorrer os limites da propriedade que é demarcada por dois riachos. Após uma longa caminhada, ouvimos um som forte de queda d'água. Seria possível? Sim, isso mesmo! Uma CA-CHO-EI-RA! Quase caímos para trás! O antigo dono desconhecia a existência de uma cachoeira em seu terreno e nós quase morremos de emoção ao descobri-la.


A partir de então íamos quase todos os dias apreciar a nossa cachoeira, com aproximadamente 4 metros de queda d'água, e fazíamos questão de levar os nossos visitantes para conhecê-la. Estávamos muito agradecidos a Deus!


Depois de algum tempo, contratamos os serviços de uma pessoa que mora na região há algum tempo para nos ajudar com os serviços do sítio. Depois de nos observar fazer a maior festa com a nossa cachoeira, ele disse:


- Não entendo porque vocês fazem tanta festa com essa cachoeirinha sendo que há outra bem maior aqui.


- O quê? Como assim? - perguntamos atônitos.


- Isso mesmo, há outra cachoeira bem maior aqui no sítio. Vocês não sabiam?


- Nããããão! - foi a sonora resposta.


Seguimos nosso portador de boas-novas mato adentro e contemplamos mais uma bela, e refrescante, obra maravilhosa do Criador. Uma CA-CHO-EI-RO-NA! Uhuuuu! Em vez de uma, ganhamos DUAS cachoeiras de Deus. Que emoção!


Nosso Deus realmente sabe fazer surpresas! Ele é um Pai muito amoroso e anseia dar boas coisas aos Seus filhos. Em Seu ministério terrestre, Jesus, que revelou o caráter do Pai, deixou isso muito claro ao dizer: "Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas dádivas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhas pedirem?" (Mateus 7:11).


Que Deus maravilhoso nós temos. Louvado seja o Seu nome!

Nossa cachoeirona


"Deleita-te no Senhor, e Ele te
concederá o que deseja o teu coração" (Sl 37:4).


Por Karina Caranassale Deana - Ararat

domingo, 11 de março de 2012

Almoço árabe

"Junta panela" com os amigos
O almoço árabe vegetariano é um dos cardápios preferidos de nossa família (incluo aqui nossos queridos vizinhos). Além de agradar aos olhos, esse cardápio agrada também ao paladar de todos, até mesmo dos que não estão acostumados à comida vegetariana. É um ótimo cardápio para um "junta panela". 

Para quem não sabe, chamamos de "junta panela" os almoços em que cada família convidada se responsabiliza por um prato. Há duas semanas, participamos de um agradável "junta panela" com nossos vizinhos e outros amigos, cujo cardápio foi o almoço árabe vegetariano. Uma delícia! 

O almoço árabe é composto pelos seguintes pratos:

Almoço Árabe Vegetariano

  • Quibe vegetariano sem PVT (clique aqui para ver a receita);
  • Homus ou patê de grão de bico (receita disponível em nosso E-book Gratuito de Culinária Vegetariana);
  • Berinjela ao Forno (também disponível em nosso E-book);
  • Arroz integral com lentilha;
  • Salada de tomate.

Se desejar, pode substituir o quibe, a salada de tomate e a berinjela ao forno por pão sírio, tabule e patê babaganough (receita também disponível em nosso E-book).

Bom apetite!

sexta-feira, 9 de março de 2012

E-book - Tratamentos Naturais


O Portal Tudo para Vegetarianos, com a participação da Equipe Vida Campestre, preparou para você um e-book muito especial com explicações claras e práticas de como aplicar diversos tratamentos naturais em sua casa, com a sua família.
Aprenda a usar os elementos da natureza para prevenir e curar doenças. Através de tratamentos e dicas simples você poderá ter uma vida mais saudável e tratar diversos incômodos do dia a dia.
Nesse e-book você encontrará:
  • Como realizar diversos tratamentos naturais, na prática, com:
  1. Fitoterapia
  2. Hidroterapia
  3. Geoterapia
  • Tabela com plantas medicinais e seus princípios
  • Tratamentos naturais para bebês e crianças

Número de páginas: 35
O preço é bastante acessível, apenas R$ 5,00.
O pagamento pode ser feito via Pagseguro com cartão de crédito, débito ou transferência. Para adquiri-lo, clique aqui. 

quarta-feira, 7 de março de 2012

Pra Pensar: Verdadeira Santificação


Citação: “A verdadeira santificação significa perfeito amor, perfeita obediência, perfeita conformidade com a vontade de Deus. Devemos santificar-nos para Deus mediante a obediência à verdade” (Atos dos Apóstolos, p. 316).
Pra Pensar: Precisamos querer ser santificados. Sem esse desejo a santificação se torna impossível. Contemplando o caráter de Cristo pela clareza de Sua luz, vemos quão diferentes e indignos somos. Almejamos algo melhor, ansiamos por uma transformação genuína. Então, pela comunhão e súplica a Deus, apoderamo-nos de Sua graça, somos transformados à Sua imagem e semelhança. Ele nos dá a vitória sobre todo mau traço de caráter conhecido. Assim, mais próximos de Deus e de Sua luz, enxergamos outros defeitos antes encobertos e ansiamos novamente por transformação. Não há ninguém que, sendo santificado, diga que está santo, pois Deus é quem julga; e esse é um caminho contínuo. A santificação é o resultado de uma obediência que dura a vida toda. É o conformar-se cada vez mais ao modelo perfeito: Jesus. É o amor que nos impele a prosseguir. É o Espírito Santo que nos habilita a enxergar nossos próprios defeitos. É o poder de Deus que nos transforma. É a nossa vontade que faz a decisão. “Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação” (1 Tessalonicenses 4:3).
É essa também a nossa vontade? Pense nisso!

terça-feira, 6 de março de 2012

O sábado é um dia feliz!

Brincando com o Sansão
O sábado foi instituído por Deus na criação do mundo para ser um dia feliz. Um dia de comunhão especial com Ele, o próximo e a natureza. Deus planejou que esse dia fosse o mais esperado da semana, um dia inteiramente diferente dos outros seis.
No entanto, em minha experiência houve um período em que o dia de sábado não foi tão feliz assim. Para mim, especialmente quando criança, o sábado era o dia do “não”. Não pode isso, não pode aquilo... Honestamente, os outros dias pareciam bem mais legais. Na juventude, passei a encarar o sábado como um grande evento social cujo encerramento se dava no shopping, na pizzaria ou na casa dos amigos assistindo a algum filme. Depois de adulta, um pouco mais madura espiritualmente, o sábado tornou-se um dia de muitos compromissos, que acabavam tornando-o estressante, cansativo e corrido. Muitas vezes não restava tempo nem mesmo para a oração particular ou para a devoção pessoal. Imagine só! Seria esse o ideal de Deus para esse dia? Seria isso guardar o sábado? Meu esposo e eu sentimos a necessidade urgente de mudar a forma com que guardávamos o sábado. Queríamos realmente chamá-lo deleitoso, conforme o Senhor nos diz em Isaías 58:14.


Observando as folhas

Depois de orar, estudar sobre o assunto à luz da Palavra de Deus (Bíblia e Espírito de Profecia) e pedir a orientação divina, tomamos algumas decisões importantes para tornar esse dia feliz, especialmente depois da chegada de nossa filha, a Graziella. A seguir relaciono os passos que temos dado:

  • Diminuímos os compromissos:
A primeira coisa que fizemos foi diminuir drasticamente os compromissos sociais e/ou eclesiásticos para que pudéssemos ter tempo para o mais importante nesse dia: a adoração e comunhão pessoal com Deus e a interação familiar. Às vezes é necessário dizer “não” a alguns convites, mas isso fez toda a diferença.
  • Simplificamos a comida:
Que florzinha cheirosa!
A alimentação também mudou. Seguindo a orientação de Deus, damos agora preferência a alimentos mais simples, porém apetitosos, que facilitem a digestão e que não gerem tanto trabalho na sexta-feira ou no próprio sábado. Um dos nossos menus de almoço preferidos é o menu de piquenique, embora na maioria das vezes servido dentro de casa, composto por frutas frescas, pão integral ou algum assado especial, patê e bolo.
  • Preparamos a casa durante a semana:
Temos procurado tornar um hábito preparar a casa para a chegada do sábado desde o primeiro dia da semana, o domingo. Antigamente deixamos para fazer a limpeza, cuidar da roupa e da comida na sexta-feira e era aquela loucura para terminar tudo antes do por do Sol. Geralmente encerrávamos as atividades quase ao escurecer. Tomávamos um banho rápido e fazíamos o culto exaustos. A luta contra essa situação é constante, por isso, começar a arrumação já no domingo ajuda bastante. Temos tentando deixar o mínimo para a sexta-feira, o que é uma verdadeiro alívio!
  • Acordamos cedo:
Durante a semana acordamos cedo e no sábado não é diferente, pois assim, temos tempo para fazer o culto familiar e tomar o desjejum tranquilamente, sem correria para chegar a tempo na igreja.
  • Passamos tempo em meio à natureza:
Prontos para caminhar
Alem de diminuir os compromissos, passamos também a dedicar mais tempo para a observação da natureza, que revela o caráter e o amor de Deus. Uma das coisas que gostamos muito de fazer é sair para caminhar em família. Paramos para observar as flores, folhas diferentes, pássaros, insetos e brincamos com nossos animais de estimação. É impossível não elevar louvores a Deus nesse momento.
  • Dedicamos tempo para o estudo da Palavra de Deus:
No sábado não deixamos de realizar o culto familiar matutino e vespertino, mas nesse dia entoamos hinos especiais que não são cantados durante a semana e selecionamos um livro diferente para contar a história bíblica para a nossa filha. Além do culto, aproveitamos os momentos de soneca de nosso bebê para a leitura da Bíblia, para ouvir um sermão ou estudo e para a reflexão de temas espirituais, se possível ao ar livre.
  • Pretendemos realizar visitas missionárias:
Alimentando a família ganso
Assim que crescer mais um pouquinho, planejamos começar a levar a Graziella para realizar algumas visitas missionárias conosco em nossa vizinhança e ensiná-la com isso a se preocupar com a salvação do próximo.


O crescimento espiritual é progressivo, por isso, sabemos que outras mudanças ocorrerão à media que nosso conhecimento aumentar. No entanto, hoje já podemos dizer com sinceridade que ansiamos pela chegada do por do Sol da sexta-feira e prorrogamos ao máximo o por do Sol do dia seguinte. O sábado para nós realmente se tornou um dia feliz. Louvado seja Deus!


Se você possui outras ideias de como tornar o sábado um dia verdadeiramente feliz, compartilhe conosco. Escreva para contato@vidacampestre.com.br. Será um prazer publicar seu testemunho aqui.

Mãe aprendiz da Graziella, 5 meses.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Pavê Pinacolada


Ingredientes:
  • 3 xícaras (chá) de água
  • 1 abacaxi grande
  • 200 ml de leite de coco
  • 1 colher (sobremesa) de baunilha
  • 6 colheres (sopa) de coco ralado
  • Suco de 2 limões grandes
  • 4 colheres (sopa) de mel
  • 1 xícara (chá) de painço para uso culinário (ver dica ao final)
  • 1 colher (café) de sal
  • Granola (para forrar o pirex)
  • Mel
Modo de preparo:
Descasque e pique o abacaxi em cubos pequenos. Leve ao fogo até secar o suco que se junta no fundo da panela. Depois do fogo, acrescente as quatro colheres de mel bem cheias e reserve (essa mistura precisa estar bem adoçada, aumente a quantidade de mel se achar necessário).
Cozinhe o painço (previamente lavado) em fogo baixo, adicionando a água e o sal, até que seque a água sem pegar no fundo da panela, e reserve.
Bata no liquidificador o painço cozido (ainda quente), o leite de coco, o suco de dois limões grandes, a baunilha, o coco ralado, e 4 colheres de sopa de mel. A consistência deve ficar cremosa firme (se necessário, acrescente mais leite de coco) e reserve.
Coloque numa travessa de vidro (média) uma camada de granola de aproximadamente 1 cm de altura.  Despeje, sobre a granola, todo creme de painço e depois o abacaxi cozido. Por último, cubra com uma camada fina de coco ralado.

Receita criada por Gabriela Carnassale e testada por Karina Carnassale Deana, autora da foto.

Dica Saúde Total: Muitos pensam que painço serve apenas como comida de passarinho, mas isso não é verdade. O painço para uso culinário (o de passarinho vem com casca) pode ser encontrado em lojas de produtos naturais. Quando cozido e batido ainda quente no liquidificador, forma uma ótima base para cremes doces e salgados, inclusive patês. É um excelente substituto para os cremes à base de soja ou leites vegetais.

Vídeo: Troque a Faca Pelo Garfo

FORKS OVER KNIVES (Troque a Faca Pelo Garfo)
Este documentário pode salvar a sua vida. Revelações que certamente vão ajudar você a melhorar a sua alimentação e saúde!


SINOPSE
Documentário que aborda um dos grandes problemas da sociedade moderna: os graves problemas de saúde que afetam parte significativa da população causados por um cardápio de alimentos de origem animal.

Apesar da mais avançada tecnologia médica no mundo, nós estamos mais doentes do que nunca. Os casos de diabetes estão aumentando, sobretudo entre a nossa população mais jovem.

Cerca de 50 da população toma, ao menos, um remédio receitado e as cirurgias de grande porte viraram rotina. Doença cardíaca, câncer e AVC são as três principais causas de morte no país, mesmo gastando-se bilhões anualmente para combatê-las.

Milhões sofrem de uma série de outras doenças degenerativas. Será que haveria uma solução única para todos esses problemas?






Fonte: Vista-se

Vídeo: Pessoas tornam-se loucas por falta de contato com a natureza

O vídeo a seguir apresenta a mudança da cultura e da sociedade ao longo dos anos e como a falta de contato com os elementos da natureza mudam o padrão de comportamento do ser humano até se tornarem loucos.
Como Deus é perfeito, e deixou instruções claras para o nosso dia, veja essa citação: “Não era propósito de Deus que Seu povo se aglomerasse nas cidades, amontoados uns com os outros em terraços e apartamentos. No início colocou Ele os nossos primeiros pais em um jardim, em meio das belas cenas e atrativos sons da Natureza, e deseja que essas cenas e sons alegrem os homens hoje. Quanto mais intimamente estivermos em harmonia com o plano original de Deus, tanto mais favorável será a nossa posição para o restabelecimento e preservação da saúde” (Ellen G White, Conselho Sobre Saúde, p. 174).
Se não vivermos e pregarmos, com certeza as "pedras" continuarão falando por nós! Pense nisso!



Manjar de Coco


Ingredientes:
  • 1 litro de leite de soja
  • 1 coco seco grande
  • 10 colheres (sopa) de amido de milho
  • Mel ou açúcar demerara a gosto
 Ingredientes calda:
  • 300 gr de ameixa preta
  • 350 gr de rapadura ou açúcar mascavo (4 ou 5 colheres)
  • 800 ml de água
Modo de preparo manjar:
Bata o coco com 800 ml  de água morna para fazer o leite de coco. Coe bem. Misture o leite de coco, o leite de soja, o mel (ou açúcar) e o amido de milho. Bata tudo no liquidificador.
Leve ao fogo médio, mexendo sempre até engrossar. Acrescente uma parte do bagaço do coco (a gosto) e cozinhe mais um pouco. Molhe uma forma de pudim, com furo central e não enxugue. Despeje o creme na forma, deixe esfriar e deixe na geladeira.
Modo de preparo calda:
Leve as ameixas ao fogo com 2 xícaras de água e reserve essa água. Não se esqueça de reservar algumas ameixas inteiras para enfeitar o manjar depois de desenformada.
Retire os caroços das outras ameixas e pique algumas para que a calda fique grossa.
Leve a rapadura ou o açúcar mascavo ao fogo até dissolver e coloque a água da ameixa; deixe desmanchar todo o açúcar e, então, despeje a ameixa picada, deixando cozinhar um pouco. Se achar que é pouca água, coloque mais um pouquinho, pois a tendência é secar a calda depois de fria. Cuide para que não fique aguada nem muito rala. Ponha para gelar e sirva por cima do manjar depois de desenformado. Você também pode substituir a ameixa por calda de abacaxi, morango, açaí, etc.
Receita  e foto enviada pelo leitor Jonathan Felix

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