segunda-feira, 8 de abril de 2013

Dicas de utensílios para a cozinha campestre

Há alguns utensílios que ajudam ou facilitam bastante o cotidiano na cozinha campestre. Sem dúvida, é possível sobreviver no campo sem eles, pois não são de extrema importância, mas as tarefas na cozinha, especialmente na cozinha saudável, podem ficar bem menos demoradas e, melhor, mais independentes do comércio com a presença deles. Alguns desses utensílios são importados, mas já estão começando a ser comercializados no Brasil através da Internet e o investimento vale cada centavo. Compartilho com você a seguir alguns deles:

Fogão à lenha


Fogão à lenha esmaltado
O fogão à lenha é simplesmente fundamental na cozinha campestre. Além de ajudar a aquecer o ambiente no inverno, ele também é uma excelente saída quando o gás acaba e nos pega desprevenidos! Além disso, o fogão à lenha oferece total independência comercial, afinal, lenha gratuita é o que não falta no campo! Alguns roceiros mais experientes nem mesmo possuem fogão à gás!

Existem alguns modelos de fogão à lenha: o caipira, o de alvenaria, o esmaltado e o de ferro fundido. 

O caipira é um modelo bem primitivo, feito de tijolo assentado em barro ou só de barro, com um grelha em cima. Na roça ainda é possível ver vários desses em funcionamento - e quebram o maior galho para quem não pode adquirir um mais moderno. 

O fogão à lenha de alvenaria, por sua vez, quem sabe seja o mais conhecido. Ele ocupa bastante espaço, mas por outro lado pode ser bem charmoso e promove um cantinho gostoso para conversar nas noites frias. No entanto, esse tipo de fogão demanda bastante lenha para dar conta de cozinhar uma refeição. 

Já o fogão à lenha esmaltado e de ferro fundido são mais comuns na região sul, mas podem ser adquiridos em qualquer parte do país em lojas especializadas ou em lojas de equipamento rural (um conhecido encontrou um novinho em folha em uma loja de usados). Eles não são caros, ocupam pouco espaço na cozinha e exigem bem menos lenha para cozinhar uma refeição do que o de alvenaria - três atributos muito vantajosos para quem pensa em adquirir um. 

Em todos esses modelos é possível instalar uma serpentina para ajudar no aquecimento da água e assim economizar energia. Realmente o fogão à lenha é uma ferramenta excelente para quem mora no campo. 

Nosso fogão é igual ao da foto acima. Além de todas as vantagens, ele é bem simpático, não acha?


Nutrimill
Moinho elétrico

O moinho elétrico é muito importante para quem está preocupado em plantar seu próprio alimento e buscar a independência dos supermercados. Com ele, é possível moer trigo em grão para fazer a farinha de trigo, milho para fazer quirera, farinha de milho ou fubá, arroz para fazer farinha de arroz e assim por diante. Estamos atualmente preparando a terra para plantar nossa primeira safra de trigo, mas já começamos a comprar trigo em grão em vez de farinha de trigo. Na hora de fazer uma receita que leva esse ingrediente, por exemplo, apenas colocamos o trigo em grão para moer. O processo leva cerca de quinze minutos. A vantagem de fazer isso mesmo sem ter nosso próprio trigo ainda é que assim garantimos a qualidade da farinha - que sem dúvida é mais fresquinha do que se fosse comprada no mercado. Adquirimos o moinho elétrico da marca Nutrimill, que de acordo com as cozinheiras saudáveis que conhecemos, é a marca mais indicada.


SoyaPower Plus
Máquina de fazer leite vegetal

É possível fazer diversos tipos de leite vegetal usando o bom e velho liquidificador. Os leites extraídos de castanhas, inclusive, são mais saborosos se preparados nesse eletro-doméstico do que na máquina de fazer leite. No entanto, para os leites extraídos de leguminosas e cereais (leite de soja, grão-de-bico, arroz, etc.) essa máquina é uma verdadeira "mão na roda". Se você já fez leite de soja em casa sabe do que estou falando. Só com bastante paciência mesmo para descascar aqueles grãozinhos de soja, não é?! Esse longo processo se resume a 15 minutos com esse tipo de máquina - o que representa uma grande economia de tempo na vida da cozinheira saudável. Nossa máquina é da marca SoyaPower Plus e estamos muito satisfeitos com ela.

Champion juicer
Champion Juicer


Essa máquina é incrivelmente útil na cozinha saudável. Trata-se de uma espécie de centrífuga, mas que além de sucos, faz uma série de outras coisas como pastas ou manteigas (de amendoim, de avelã e de outras castanhas), sorbet (tipo de sorvete cujo único ingrediente é a fruta), molho de tomate e, se for adquirida com um adaptador especial, também faz farinha!

Desidratador de alimentos
Desidratador de alimentos
doméstico


Trata-se de um aparelho muito útil para quem está preocupado em estocar alimentos por longos períodos. Com ele é possível desidratar frutas, legumes e temperos e estocá-los em boas condições, com o auxílio da seladora a vacuo (ver abaixo), por muito tempo. Há várias marcas e modelos no mercado - e a escolha depende da demanda de alimento a ser desidratado. Aqui em casa possuímos um aparelho semelhante ao da foto ao lado, mas recentemente adquirimos um semi-industrial, pois temos a intenção de fazer um bom estoque e até mesmo futuramente comercializar alimentos desidratados orgânicos. Além de ser uma ferramenta para conservar alimentos para o consumo da família, ele também pode ser usado para complementar a renda familiar.
Seladora a vacuo doméstica

Seladora a vacuo

Juntamente com o desidratador de alimentos, a seldora a vacuo é uma ferramenta importante para o estoque prolongado de alimentos. Depois de desidratados, os alimentos podem ser selados a vacuo e estocados fora da geladeira por muito tempo. Além de alimentos desidratados, se selados dessa forma, também é possível estocar alimentos in natura fora da geladeira por bastante tempo como castanhas, sementes e grãos.

Há seis anos, nossa cozinha campestre começou sem nenhum desses utensílios - e sobrevivemos muito bem -, mas com o tempo e o aumento da preocupação em nos tornar autossustentáveis começamos adquirindo um, depois outro e hoje temos uma cozinha bastante equipada. O primeiro a chegar foi o fogão à lenha. Depois o moinho, a máquina de fazer leite vegetal, o desidratador de alimentos, a seladora a vacuo e, por fim, este ano, ganhamos a juicer (êba!). Cremos que de todas as vantagens que esses aparelhos oferecem a maior seja a possibilidade de ter mais independência do supermercado e de preparar e estocar com praticidade alimentos saudáveis. O investimento ao longo desses anos valeu a pena!

Por Karina Carnassale Deana - Vida Campestre

sábado, 6 de abril de 2013

Sementes do pensamento


"Esta é, pois, a parábola: A semente é a palavra de Deus" (Lucas 8:11).

A primavera é a minha estação do ano favorita, pois posso contemplar as lindas flores e os pequenos pássaros a cantarolar. Tudo parece como se estivesse voltando à vida!

Bem nessa época do ano, fomos visitar nossos amigos no sítio Ararat. Deleitei-me escutando o lindo canto do bem-te-vi bem cedinho e respirando o ar puro do campo. Na hora do desjejum, porém, enquanto saboreava algumas frutas que somente o Brasil pode proporcionar, notei que meu filho Logan estava descontente. Sem hesitar, levei-o para fora carregando-o no colo. Ele estava gritando e muito bravo. Esse foi o fruto de um período bastante extenso em viagem, portanto, fora de nossa rotina.

Carreguei-o até chegar a uma colina onde podíamos enxergar o outro lado das montanhas e respirar fundo. Passaram-se alguns minutos e tudo que conseguia ouvir era o choro do Logan. Procurei um lugar na grama para me sentar ao lado dele e em oração fui pedindo a Deus para acalmar o meu filho e enviar o Espírito Santo para ajudá-lo a submeter o coração a Jesus.

Repeti essa mesma oração outra vez, mas o Logan continuava aos prantos. Até então, eu não havia falado nenhuma palavra e pedi a Deus sabedoria para me mostrar algo que pudesse ajudar o Logan a render o coração.

Ao olhar para a grama, notei algumas sementinhas em uma flor seca. Ao tocar na flor as sementes se espalharam em minhas mãos e com isso um pensamento veio à minha mente e fui falando:

- Que tipo de sementes existem nesse coração, Logan? Olhe pra essas pequenas sementinhas. Delas nascem uma grande planta como essa e até uma grande árvore.

Nesse instante, notei o Logan se acalmando:

- Toque nessas sementinhas e veja quão pequenas elas são! Logan, que tipo de sementinhas estavam em seu coração quando você ficou bravo e chorou?

Expliquei a ele que por menor que seja uma sementinha, ela produzirá um fruto e que a mesma coisa também acontece com os nossos pensamentos: por menor que seja a idéia que colocamos ali na cabeça, ela vai crescer e se transformar num ato ou até em uma palavra.

Pedi então que ele permitisse que Jesus limpasse seu coração de qualquer semente ruim que ele estivesse cultivando em seu pensamento. Para isso, iríamos primeiro orar pedindo para Jesus ajudá-lo a limpar o coração e depois iríamos assoprar todas aquelas sementinhas de flor embora, como se fossem os pensamentos ruins.

Repetimos isso por umas duas ou três vezes e no fim Jesus venceu mais uma batalha e o coração do Logan ficou limpo.

Procuro pedir um sorriso e um beijo ao fim de cada batalha e aprendi que quando Jesus está no coração do Logan é visível a diferença em seu comportamento! 

"Na sarça e no espinho, nos cardos e no joio, acha-se representado o mal que macula e deslustra. No pássaro canoro e na florescência, na chuva e no raio de sol, na brisa e no orvalho brando, em miríades de coisas na Natureza, desde o carvalho da floresta até à violeta que floresce à sua raiz, vê-se o amor que restaura. A Natureza ainda nos fala da bondade de Deus" (Educação, p. 101)

"'Eu bem sei os pensamentos que penso de vós, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal' (Jeremias 29:11). Esta é a mensagem que, sob a luz da cruz, se pode ler em toda a face da Natureza. Os céus declaram Sua glória e a terra está cheia de Suas riquezas" (Educação, p. 101).

Que o Senhor nos ajude a cultivar em nós e em nossos filhos pensamentos de paz para que possamos honrá-Lo através de nossos atos e palavras!

Por Luciana Riges
Mãe aprendiz do Logan, 6 anos, e da Larissa, 4 anos.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Arrependi-me de mudar para o campo (parte 2)


Incêndio miraculosamente
extinto
Como disse anteriormente, arrependi-me de não ter mudado antes.

Depender do Senhor - essa foi e tem sido nossa mais preciosa lição. Pela primeira vez em minha vida presenciei um milagre. Certo é que cada respiração, cada pulsar do coração, cada gota de chuva são milagres de Deus, mas ver um milagre incomum foi muito gratificante - de forma sobrenatural e diante de nossos olhos o Senhor, pela Sua misericórdia, apagou um incêndio que estava completamente fora de controle. Nosso Pai conhece nossa estrutura e sabe que somos pó, e apesar de nossa indignidade Ele tem cuidado de nós.

Antes de ver milagres incomuns, o dia a dia foi revelando que viver no sítio não é só estar rodeado de lindas paisagens, respirar ar puro, beber água de nascente, escutar sonoros cantos de pássaros, etc., mas exige dedicação, muito trabalho braçal e mudança radical de hábitos citadinos. No sítio não temos TV, shopping, disk pizza, restaurante, SAMU, guincho, taxi, nem mesmo ônibus. Em contrapartida, nossa família ficou muito mais unida, houve notório crescimento espiritual, gradativo distanciamento do consumismo, indizível paz e alegria no lar, e para surpresa nossa, a vida social ficou intensa.

Uma das grandes preocupações de quem pretende mudar para o campo é a fonte de renda. Dificilmente um sítio é rentável. Quando deixamos nossas atividades remuneradas na cidade, não tínhamos a menor ideia de onde viria nosso sustento. Passou um mês, dois, três e só despesa, passaram-se seis meses sem entrar um real em nossa conta. Certo é que tínhamos uma reserva, mas só sacando a reserva uma hora acaba. Agarramo-nos à promessa encontrada no Salmo 127 e deixamos esse caso nas mãos de Deus.

Louvado seja o nosso grande Deus, Ele é fiel. Depois de seis meses de vacas magras, o Senhor provou que pode nos sustentar. O mesmo Deus que fez cair maná do céu e água sair da rocha presenteou-nos com o suficiente para vivermos mais de um ano. E assim tem sido até hoje. Fatos extraordinários acontecem, de forma inexplicável, e continuamos vivendo sob o paternal cuidado de Deus nesta terra de Beulá. Não de forma ociosa, absolutamente, mas dedicando-nos na maior parte do tempo ao estudo da Palavra e à Causa do Mestre.

Assim que nos mudamos para o campo formulamos vários projetos missionários, desde clínica de saúde até escola de artes, inglês, informática e agricultura natural, mas como o planejar é do homem e o executar é de Deus, espontaneamente nosso sítio passou a ser um ponto de encontro de pessoas que queriam conhecer como é viver longe da cidade. Foi assim que nasceu o Projeto CEU - Centro de Esquecimento do Urbanismo, que nada mais é do que abrir nossa casa e nosso coração às pessoas que nos visitam. O mesmo se dá na casa de meus filhos que residem no mesmo sítio.

Em decorrência dessa visitação, várias famílias já se mudaram para o campo, outras estão estudando a Palavra de Deus com afinco. Cada uma com sua linda história de rompimento com o "Egito" e descoberta do que Deus pode fazer com pobres mortais, quando simplesmente decidem submeter-se incondicionalmente à Sua vontade e confiar inteiramente em Suas promessas. Experimente você também. (continua)

quinta-feira, 21 de março de 2013

Arrependi-me de mudar para o campo (parte 1)


Vista do Ararat
Arrependi-me de mudar para o campo tão tarde. Como adventista do sétimo dia tive, pela misericórdia de Deus, orientações claras sobre a importância espiritual de viver no campo, mas minha vida estava tão bem estruturada na cidade, do ponto de vista material e social, que essa mensagem não parecia ser para mim; talvez para quando me aposentasse.

No entanto, depois de ler os livros: Vida no Campo, de Elen G. White e Fuga para Deus, de Jim Hohnberger decidi juntamente com minha esposa seguir a vontade Deus.

Passamos, então, a procurar terras. Viajamos diversas vezes para várias estados procurando áreas entre 100 e 150 alqueires,  objetivando plantar eucalipto e criar gado. Que ilusão!

Nosso bondoso Deus, em Sua misericordiosa providência, impediu algumas vezes de fecharmos negócio. Não havíamos entendido ainda o plano maravilhoso do Senhor para nossa vida.

Depois de alguns anos de busca infrutífera por uma grande área rural, e estudando mais atentamente o Espírito de Profecia, o Senhor nos permitiu entender que não deveríamos ter um agronegócio, mas uma pequeno pedaço de terra para cultivarmos nosso próprio alimento, longe do barulho e da má influência das cidades. E assim decidimos fazê-lo.

Foi então, que o Senhor moveu um irmão de fé, hoje também nosso grande amigo,  a nos oferecer um pequeno sítio, o qual satisfazia a todos os critérios do atual objetivo. Adquirimos esse imóvel e o denominamos Sítio Ararat, nome do monte onde parou a arca de Noé, após o Dilúvio. Esse nome foi escolhido por sugerir recomeço, exatamente o que esperávamos ter, e de fato o tivemos.

Meus filhos Davidson e Karina (legalmente genro e filha) que dois anos antes haviam saído de um grande centro urbano e moravam em uma chácara; deixaram seus empregos municipais (concursados) e mudaram-se logo para o Ararat, sem terem reserva financeira nem noção de como iriam se manter. Seis meses depois, minha esposa e eu deixamos nossas atividades profissionais rentáveis e juntamente com nossa filha de doze anos fomos morar no Ararat também. Que mudança! Muito além de local foram as mudanças espirituais que marcaram esse novo lar nas montanhas. Como inexperientes sitiantes logo percebemos que tínhamos muito para aprender, principalmente a depender totalmente do Senhor.


terça-feira, 19 de março de 2013

Assado de Mingau de Aveia - testado e aprovado!

Assado de Mingau de Aveia

O nome é estranho, mas o resultado uma delícia! Testei esta receita esses dias e a família toda aprovou!

Ingredientes:

  • 1 a 1 1/2 xícaras de tâmaras picadas (pode ser ameixa sem caroço)
  • 1 3/4 xícaras de fruta picada de sua preferência (fiz com pêra)
  • 3 xícaras de aveia em flocos
  • 5 xícaras de leite vegetal adoçado (fiz com leite de castanha do Pará e adocei com mel, mas pode ser qualquer outro leite vegetal)
  • 1 colher de sopa de essência de baunilha
  • 3/4 de colher de chá de sal
  • 1 xícara de coco ralado


Modo de fazer:
Espalhar as tâmaras no fundo de um pirex e cobri-las com as frutas picadas. Espalhar a aveia em flocos por cima, de maneira a cobrir as frutas. Em um recipiente, misturar a baunilha, o sal e o leite vegetal. Derramar a mistura de forma uniforme e devagar sobre a aveia. Salpicar o coco ralado por cima de tudo. Assar a 180 graus por 1 hora.

Fonte: Country Life Vegetarian Cookbook

Dica:  Ao clicar na fonte acima, você encontra essa receita no original (em inglês) ao selecionar a opção "Look Inside".

Bom apetite!

Por Karina Carnassale Deana - Saúde Total

segunda-feira, 11 de março de 2013

É assim que você vive?

Voltando de uma viagem, ao parar para abastecer, vivi uma das experiências missionárias mais rápidas e marcantes:

"Click!" - foi o som do gatilho ao encher o tanque.

Assim que Kátia, a atendente, mencionou o valor, a inconfundível, suave e direta voz do Espírito de Deus falou à minha mente: "Não se esqueça de lhe entregar o livro"!

Como de costume, estava com alguns livros missionários no carro e um deles falava sobre os oito remédios naturais. "Entregue o livro sobre saúde" - ouvi a ordem, novamente.

- Tenho um presente pra você - disse eu, entregando o livro a ela.

Surpresa, um pouco sem entender, Kátia pegou o livro e ficou olhando fixamente para ele em suas mãos.

- Esse livro mostra como podemos viver melhor com as coisas simples da natureza, os oito remédios de Deus, e ainda economizar muito na farmácia! - expliquei a ela. - Água, ar puro, luz solar, exercício, boa alimentação, confiança em Deus, são todos remédios infalíveis.

- De onde é esse livro? - ela me perguntou, diretamente.

- É de uma autora internacional, a mais traduzida dos Estados Unidos - foi minha resposta, um tanto genérica. Ouvi Deus a me falar:

"Davidson, não foi isso que ela perguntou. Por que reluta em responder? Seja direto e fale o que Eu lhe mandar. Ela quer saber de que religião é."

- Sinto falta das coisas de Deus - Kátia comentou.

Atendendo ao comando do Espírito Santo, comentei:

Esse livro apresenta o plano de Deus para a vida das pessoas, conforme está na Sua Palavra. Na minha igreja damos muita importância a seguir a vontade de Deus e honrá-Lo em todos os aspectos da vida, inclusive no cuidado do corpo.

- Você é evangélico? - pela pergunta dela, vi que o interesse aumentou quando descobriu que o livro era de origem cristã.

- Sou adventista do sétimo dia - respondi, observando o olhar de Kátia.

- Eu tenho alguns problemas de saúde. Minha mãe também sofre bastante - ela começou a contar. - O exercício é muito importante, não é?

- Sim, como a luz do sol, beber água, comer bem...

- Mas é difícil com o trabalho... - ela sabia que estava diante da solução, mas como poderia viver?

- É, não é fácil. Mas Deus dá poder. Se desejarmos honrá-Lo com a nossa vida, Ele dá poder.

Enquanto comentávamos mais sobre o poder dos remédios de Deus, ela interrompeu com a pergunta arrasadora, apontando para o livro:

- É ASSIM QUE VOCÊ VIVE?

Por um instante, parei e aguardei a resposta de Deus. Fiquei chocado. Nunca tinha sido inquirido a respeito da coerência do que eu pregava e a minha maneira de viver de uma forma tão sincera e direta.

- Sim, eu creio e vivo assim. Minha esposa e eu até nos mudamos para o campo para poder viver assim. - Ali pude expor alguns detalhes a mais do plano de Deus.

Nessa hora, o olhar dela brilhou. Parecia que estava vendo possibilidades onde tudo antes era escuro.

- Sabe, eu frequentava muito a igreja, mas tive que parar, por causa do trabalho. Faz muita falta e eu sei que preciso voltar - ela contou.

- Mas busque a Deus da forma como puder hoje, especialmente no estudo da Bíblia, e Ele vai abrir o caminho para que possa estar mais perto dEle - eu falei.

- Eu gosto de estudar a Bíblia. Gosto de ouvir a Palavra - ela parecia se lembrar de mensagens especiais que haviam tocado seu coração.

- Sabe, o Céu não tem "placa de igreja". A Bíblia apresenta o único caminho seguro. Quando aprendemos a vontade de Deus, Ele dá poder para viver assim também. É muito bom fazer a vontade de Deus.

- Eu vou ler o livro. Vou voltar a ler a Bíblia - ela falou, como se estivesse diante de um novo propósito.

- Sim e eu estarei orando por você. Que Deus a abençoe. Olhe, entregue esse livro pra sua amiga também - concluí, deixando mais um livro.

Essa experiência foi marcante, porque enquanto dirigia e por aqueles dias eu estava refletindo em como os adventistas, como igreja, podem ser mais eficazes no evangelismo e no cumprimento da missão.

A pegunta-chave - "É ASSIM QUE VOCÊ VIVE?" - pareceu-me a resposta do Céu. Nesse simples exemplo, um pequeno livro de saúde, ligado ao exemplo e à coerência, claramente identificados como tendo origem na vontade do Senhor, rapidamente despertaram o desejo pelo estudo da Palavra e por um relacionamento mais próximo de Deus.

Ao apresentar o nosso povo uma mensagem simples e que atenda os anseios de um coração desejoso do verdadeiro evangelho, sendo ela coerente com a vida do portador da mensagem, será aberto o caminho direto ao  trono da graça, exaltando Jesus Cristo e a Sua Palavra. O evangelho eterno é a mensagem de graça que liberta do pecado e dá poder para vencer em Cristo. Vivendo o evangelho em sua plenitude, o testemunho será mais alto do que nossos pulmões jamais poderiam proclamar. 

Aquele que não pode errar, que nos confiou esse evangelho, é O mesmo que dá poder e nos capacita a vivê-lo. O que mais estamos esperando?

"Reforma, uma contínua reforma precisa ser mantida perante o povo, e por meio do nosso exemplo devemos confirmar nosso ensino. A verdadeira religião e as leis da saúde andam de mãos dadas. É impossível trabalhar em prol da salvação de homens e mulheres sem apresentar-lhes a necessidade do afastamento dos prazeres pecaminosos, que destroem a saúde, afetam o espírito e impedem a verdade divina de impressionar a mente. Homens e mulheres precisam ser ensinados a vigiarem atentamente todo hábito e prática, e imediatamente evitarem as coisas que produzem estado insalubre do organismo e consequente sombra escura sobre a mente. Deus quer que os Seus representantes vivam continuamente de acordo com uma norma elevada. Por preceito e exemplo, devem sustentar esse padrão perfeito, acima da falsa norma de Satanás que, se for seguida, produzirá miséria, degradação, doença e morte, tanto agora como a morte eterna. Os que alcançaram conhecimento acerca da maneira de comer, beber e vestir para a preservação da saúde, partilhem com outros esse conhecimento. Levem aos pobres o evangelho da saúde, de modo prático, para que saibam cuidar devidamente do corpo, que é o templo do Espírito Santo." Testemunhos para a Igreja, v. 7, p. 137.

"Ninguém despreze a tua mocidade; mas sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza." 1 Timóteo 4:12.

domingo, 3 de março de 2013

Brownie de Alfarroba - testado e aprovado!

Para quem não conhece, brownie é uma espécie de bolo sem fermento muito comum nos Estados Unidos e, pessoalmente, gosto muito. Mas até pouco tempo não tinha encontrado uma receita de brownie 100% vegetariana e natural que agradasse ao paladar ou fosse prática até que... Uhu! Encontrei, já testei várias vezes, aprovei e traduzi a receita para compartilhá-la com você abaixo:

Brownie de Alfarroba

Ingredientes:

  • 1 xícara de farinha integral
  • 1 xícara de farinha de aveia
  • 1 xícara de nozes picadas (usei avelã)
  • 1 xícara de mel
  • 4 colheres de café de essência de baunilha
  • 2/3 de xícara de leite vegetal coado e adoçado (já testei com leite de soja e leite de castanha do pará e deu certo! Não coei o leite de castanha e da última vez também não adocei)
  • 1 colher de café de sal
  • 1/2 xícara de alfarroba em pó

Modo de fazer:

Antes de começar, pré-aqueça o forno a 200 graus e unte uma forma pequena (a massa não deve ficar muito alta na forma, cerca de 3 a 4 cm de espessura). Em um recipiente, misture os três primeiros ingredientes. Bata no liquidificador os outros ingredientes por um minuto. Misture o conteúdo do liquidificador com os ingredientes secos e misture bem. Despeje a massa na forma e asse a 200 graus por 15 minutos. Reduza a temperatura para 180 graus e asse por mais 15 minutos ou até a massa assar por completo. Deixe esfriar e corte em quadrados. 

Hummmm! Espero que goste! 

Encontrei essa receita no livro cujo link para compra está a seguir. Nesse livro há várias outras receitas interessantes e fáceis. Para quem entende inglês, vale a pena adquirir!

Fonte: Country Life Vegetarian Cookbook

Por Karina Carnassale Deana - Saúde Total

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Laodicéia - uma igreja equilibrada


Você já parou para pensar na concepção de equilíbrio no contexto religioso atual? Nem fanático, nem liberal – equilibrado. Nem totalmente contra o mundo, nem totalmente a favor dele – equilibrado!

Ao que parece, equilíbrio hoje passou a ser considerado como uma mistura daquilo que é certo com aquilo que é errado. Um pouco de lá e um pouco de cá. Meio termo, café com leite. A dose ideal para não ser taxado de extremista nem de apostado, mas sensato.

Em Apocalipse 3:15-16, ao descrever Laodicéia, a última igreja profética – que cremos representar a igreja atual de Deus –, a Bíblia apresenta uma concepção de equilíbrio muito semelhante à descrita acima:

Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da Minha boca.”

Essa é a triste condição de Laodicéia. Nem quente, nem fria, mas uma mistura das duas temperaturas – morna, ou melhor, equilibrada (considerando a concepção moderna de equilíbrio). O próprio verso já diz o que Deus pensa dessa condição “equilibrada” de Laodicéia – ela Lhe causa uma verdadeira ânsia a ponto de chegar ao vômito, ou seja, à total rejeição, caso não haja arrependimento sincero e mudança de atitude.

Note que, segundo o verso, mesmo a triste condição de frio (apostatado) é preferível à condição de morno. Você já parou para pensar no por quê? 

O frio sabe que está longe dos caminhos de Deus e, em geral, sabe que está errado. Ele simplesmente assumiu que não quer mais fazer a vontade de Deus. Apesar de estar longe, esse coração está em condições mais favoráveis de ser levado ao arrependimento pelo Espírito Santo, pois têm ciência de sua condição de pecado.

Já o morno, em seu coração diz: “Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta” (verso 17). Para o morno, sua condição espiritual está ótima, não há do que se arrepender (pelo menos não muito), afinal, é atuante na igreja, crê na Palavra de Deus, não comete pecados escancarados como os frios, ou seja, na média, suas obras são boas e vive em parte de acordo com o que acredita ser da vontade de Deus. Nesse coração o Espírito Santo tem mais dificuldade de trabalhar, pois não há consciência de sua real situação: “Desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu” (verso 17). O equilíbrio que o morno crê ser sensatez, na verdade, o cega e o leva para uma condição muito pior do que a do frio, pois sua vida, apesar de parecer mais consagrada do que a do frio, não está em total conformidade com a vontade de Deus, e para nosso Deus uma coisa boa não anula uma ruim, em parte bom, significa totalmente ruim. Para Ele, 99% não é suficiente, Ele quer tudo!

Qual seria, então, a concepção divina de equilíbrio? Em Atos dos Apóstolos, página 483, encontramos a resposta:

“Aquele que deseja construir um caráter forte e simétrico, e que deseja ser um cristão bem equilibrado, deve dar tudo a Cristo e fazer tudo por Cristo; pois o Redentor não aceitará serviço dividido. Precisa aprender diariamente o significado da entrega do eu. Precisa estudar a Palavra de Deus, aprendendo seu significado e obedecendo a seus preceitos. Assim pode ele alcançar o padrão da excelência cristã. Dia a dia Deus trabalha com ele, aperfeiçoando o caráter que deve resistir no tempo da prova final. E dia a dia o crente está manifestando diante dos homens e dos anjos um experimento sublime, mostrando o que o evangelho pode fazer por caídos seres humanos.”
“Sê pois zeloso, e arrepende-te”, diz o verso 19 de Apocalipse 3 à Laodicéia. Sejamos cristãos equilibrados segundo o conceito divino – e não secular. Sejamos totalmente consagrados ao Senhor, sem oferecer-Lhe serviço morno  em parte bom, em parte mundano. Submetamos diariamente o nosso eu, o nosso querer, à Sua divina vontade e permitamos que o nosso caráter seja aperfeiçoado para a Sua honra e glória. Amém!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

O encanto da Disney


Minha irmã, Logan
e eu na Disney
Quando meu filho Logan tinha apenas dois meses de idade, minha irmã veio me visitar depois de passarmos dois anos sem nos vermos. Nessa época, eu morava bem próximo à famosa Disneylândia e ela insistiu muito para que passássemos o meu aniversário lá, já que ela tinha muita vontade de conhecer o parque. Eu não estava nenhum pouco disposta a ir, mas como iria deixá-la visitar o parque sozinha depois de ter vindo de tão longe para me ver?

Meu esposo, muito indignado, despachou minha irmã e eu em frente ao famoso parque e foi embora. Mal sabíamos o que iríamos passar naquele dia. Imagine só: eu, uma mamãe de primeira viagem, com um bebê recém-nascido de dois meses, um carrinho gigante e uma bolsa de fraldas super pesada e cheia de frutas, pois imaginava que não encontraria comida saudável por lá. Graças a Deus, tive um pouco de juízo e levei também o sling para carregar o bebê. Ainda bem que tinha aprendido que o leite materno é o melhor alimento para o bebê, o que Deus proveu em abundância, e não precisei me preocupar com mamadeiras.

No parque, encontramos uma multidão andando pra lá e pra cá e um castelo cuja entrada era proibida. Tudo parecia fictício, ou melhor, tudo era fictício!

Na verdade, em minha adolescência, época em que ainda morava no Brasil, meu sonho era conhecer a Disney, mas agora era uma mãe de primeira viagem que há cinco meses havia sido batizada na Igreja Adventista do Sétimo Dia. Para mim, aquilo tudo já não tinha mais graça! Eu tentava imaginar Jesus ao meu lado enquanto andava pelas ruas da Disney, mas não conseguia imaginá-Lo por ali. Também tentava procurar algo que elevasse minha mente a Deus e nada encontrei. Pelo contrário! Tudo ali elevava o próprio eu. Pessoas adorando princesas imaginárias e pessoas vestidas com roupas de boneco.

À medida que o Logan foi crescendo, ele começou a ganhar roupas, brinquedos e sapatos dos personagens da Disney, mas sempre procurei trocar por outra coisa ou mesmo descartar aqueles presentes, pois percebi que quando ele usava tais coisas demonstrava menos respeito a Deus e aos pais, mesmo sem saber de onde vinham aqueles personagens. Parecia até que, além de fictício, aqueles objetos da Disney também fossem enfeitiçados. Procurei me informar a respeito desse assunto e escutei muitos outros relatos sobre o mesmo tipo de reação por parte das crianças.

Quando minha filha Larissa nasceu, procurei sempre ensiná-la sobre Deus e a Bíblia. Mesmo assim, ao ficar um pouquinho maior, sempre que precisávamos ir até Orlando ela me perguntava sobre as meninas que passeavam vestidas com roupas de princesa. Ganhar uma roupa daquelas acabou se tornando um grande desejo de minha filha - o que minha irmã ficou feliz em satisfazer presenteando-a não apenas com um, mas três vestidos! 

A Larissa ainda tem os vestidos de princesa, mas fiz questão de tirar as gravuras. Ela usa os vestidos de vez em quando para representar a rainha Ester, pois ela não tem conhecimento dos desenhos da Disney. No aniversário também ganhou uma bolsa da Disney e até esses dias a bolsa estava aqui em casa. Certo dia, na hora do culto familiar, notei que os olhos do Logan estavam fixos na figura da Disney e o comportamento dele estava fora do controle. Em oração pedi a Deus que se fosse algo em minha casa impedindo meus filhos de serem mais obedientes que então Deus me mostrasse. Procurei fazer uma limpeza no quarto da Larissa e perguntei o que ela gostaria de doar. Para minha surpresa, a primeira coisa que ela doou foi a bolsa da Disney e eu nem precisei falar nada! "E será que antes que clamem Eu responderei; estando eles ainda falando, Eu os ouvirei" (Isaias 65:24). Desde aquele dia, notei que as crianças passaram a ter mais facilidade para obedecer e sentem-se mais gratas em ajudar.

Como mãe aprendiz busco o melhor em Cristo para meus filhos, pois o meu desejo é que sigam o exemplo de Jesus - e não de uma princesa ou de um super herói. Por isso, procuro vesti-los com a modéstia e a simplicidade de Jesus quando criança e não com trajes que elevem o pensamento e a imaginação ao inexistente, mas sim ao que é real e puro. Tento passar bastante tempo ao ar livre com eles buscando na natureza ensinamentos bíblicos e com a ajuda do Espírito Santo elevar o pensamento deles ao Criador.

A Palavra de Deus é muito clara quanto àquilo que deve ocupar o nosso pensamento e de nossos filhos também: “Tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” (Filipenses 4:8).

Que Deus abençoe nossa caminhada como mães aprendizes ao buscarmos educar nossos filhos a cultivarem pensamentos que honrem e glorifiquem a Deus.

Por Luciana Riges
Mãe aprendiz do Logan, 6 anos, e da Larissa, 4 anos.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Agradecer por quê?


Gratidão não é natural, mas é essencial.  Em nosso crescimento espiritual devemos desenvolver esse aspecto da vida cristã, se quisermos desfrutar da paz prometida por Cristo. Tudo que é bom vem de Deus, portanto a gratidão é um dom divino. No homem natural podemos encontrar a murmuração, a contenda e tantos outros males que têm a mesma raíz - o egoísmo. A gratidão, no entanto, é resultado do reconhecimento de que Deus nos ama e está constantemente dirigindo nossa vida.

Se depois de esquadrinharmos nosso coração, sob a guia do Espírito Santo, firmarmos convicção de que agimos de acordo com a vontade de Deus, e mesmo assim estamos a colher dificuldades, dissabores ou oposição, então alegremo-nos no Senhor, pois estamos sendo aperfeiçoados. Caso contrário, busquemos o arrependimento genuíno.

Deus sabe tudo que nos falta para refletirmos o caráter de Cristo, então, em Seu grande amor por nós, coloca-nos em situações onde nossos defeitos serão evidenciados e poderão ser percebidos por nós. Assim sendo, devemos nos apegar pela fé à graça perdoadora e transformadora de Cristo, e crescer no Espírito de glória em glória, sem murmuração ou tristeza, mas agradecidos por esse método de Deus que resulta em santificação.

Quem reclama, murmura, guarda mágoa, mantém pensamentos de autopiedade, ou se aborrece porque a vida lhe parece injusta, precisa meditar no exemplo de nosso Senhor Jesus, “que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a Si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-Se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-Se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz” (Filipenses 2:6-8).

Sigamos os conselhos da Palavra de Deus e sejamos gratos a Ele por ter dado uma segunda chance à humanidade, permitindo-nos passar por uma segunda prova de fidelidade (à primeira, nossos pais sucumbiram no Éden). Louvado seja o Senhor por Sua misiericórdia e bondade, por Seu infinito amor e pela ternura com que nos corrige e nos conduz pelo caminho que leva ao Céu. Louvado seja nosso grande Deus que nos santifica através da obediência, e mesmo Cristo, “ainda que era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu (Hebreus 5:8)”.
  • “Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco” (1 Tessalonicenses 5:18).
  • “Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos” (Filipenses 4:4).
  • “Alegrai-vos no SENHOR, e regozijai-vos, vós os justos; e cantai alegremente, todos vós que sois retos de coração” (Salmos 32:11).
  • “Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós” (Mateus 5:12)
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