quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Deus e eu num país europeu (parte 5)


Árvores usadas para me
ensinar uma preciosa lição
Numa tarde de sábado, enquanto todos estavam em suas atividades, eu resolvi dar um curto passeio sozinha pela natureza. Escolhi um caminho bonito e comecei minha caminhada. Queria muito por em prática o que recentemente li sobre o sábado, que Deus nota aqueles que procuram tornar de maior deleite cada minuto sagrado, e que nesse dia, deveríamos comtemplar mais profundamente a natureza e meditar em Sua bondade, misericórdia e amor.

Então, fui surpreendida pelo farfalhar bem forte do vento nas folhas de várias árvores bem altas que estavam pelo caminho. O som era agradabilíssimo. Virei-me a vê-las e não pude enxergar nada além de árvores balançando com o vento forte. Então orei: “Ensina-me algo, Senhor” e virei-me outra vez a continuar minha caminhada. Mas algo prendia minha atenção nessa cena, e fui “obrigada” a parar outra vez e contemplar mais. Entendi que o Senhor tinha algo a ensinar-me através daquela cena específica. Então pus-me a pensar: “Ensina a tua serva, Senhor? O que o Senhor está me dizendo? Não estou entendendo a lição...” Mas, observando mais, pouco a pouco, fui tirando algumas conclusões, que parecem tão evidentes, mas, postas juntas, tornam-se um tesouro escondido naquele cenário natural:

1a: As folhas, sem o vento, não fazem nenhum som. São incapazes de “cantar” sozinhas;

2a: Mesmo que o vento sopre, se houvesse uma folha só, não faria muita coisa. Provavelmente, eu nem iria notá-la;

3a: O volume do som das folhas era alto porque o vento estava forte em decorrência de uma chuva iminente, que eu nem havia percebido até esse ponto.

Então eu entendi! Sim, fazia todo o sentido! Jesus, comparou o vento ao trabalho do Espírito Santo em João 3:8. É Ele quem opera em nós toda boa obra. Sem Ele, não podemos nada, não fazemos nada, não somos nada, a não ser imundície. É Deus quem age em nós, enxertando-nos na Videira, transformando-nos em novas criaturas para produzir frutos visíveis (ou audíveis, nesse caso). E essa obra realizada no coração se manifesta em palavras e atos de amor que o glorificam (1 Coríntios 10:31).

Bem maior impacto teria no Universo, se não só um ou dois dos Seus filhos se deixassem mover pelo Espírito. Deus precisa de um povo que reflita a Sua imagem.

“Cristo aguarda com fremente desejo a manifestação de Si mesmo em Sua igreja. Quando o caráter de Cristo se reproduzir perfeitamente em Seu povo, então virá para reclamá-los como Seus” (Parábolas de Jesus, p. 69).

Um povo! Deus precisa de um povo, por isso chamou Sua igreja para este tempo (1 Pedro 2:9). Assim entendi quão ínfimo é o melhor que podemos fazer isoladamente, ainda que através do Espírito. Seguramente, Deus pode operar grandes maravilhas através de nós. No entanto, devemos estar conscientes de nossa indignidade e submeter-nos inteira e incondicionalmente à Sua vontade.

E quando um povo entregar-se inteiramente à direção do Espírito, o clamor será alto, a tão almejada chuva serôdia virá, e refrigerará a Terra com a presença do Senhor! Amém!

De agora por diante, ao escutar o som do vento ou vir as folhas entregues à sua guia, lembre-se da promessa do Senhor e renove sua entrega a Ele. Só podemos ser usados completamente quando nos esvaziarmos inteiramente do eu e nos entregamos total e confiantemente a Deus.

E mais, Deus tem grandes lições que anseia ensinar-nos pelas pequenas coisas da vida. “Pedi, e dar-se-vos-á” (Mateus 7:7).


terça-feira, 12 de novembro de 2013

Cientistas descobrem o que está matando as abelhas, e é mais grave do que se pensava


Como já é sabido, a misteriosa mortandade de abelhas que polinizam U$ 30 bilhões em cultura só nos EUA dizimou a população de Apis mellifera na América do Norte, e apenas um inverno ruim poderá deixar os campos improdutíveis. Agora, um novo estudo identificou algumas das prováveis causas da morte das abelhas, e os resultados bastante assustadores mostram que evitar o Armagedom das abelhas será muito mais difícil do que se pensava anteriormente.
Os cientistas tinham dificuldade em encontrar o gatilho para a chamada Colony Collapse Disorder (CCD), (Desordem do Colapso das Colônias, em inglês), que dizimou cerca de 10 milhões de colmeias, no valor de US $ 2 bilhões, nos últimos seis anos. Os suspeitos incluem agrotóxicos, parasitas transmissores de doenças e má nutrição. Mas, em um estudo inédito publicado este mês na revista PLoS ONE, os cientistas da Universidade de Maryland e do Departamento de Agricultura dos EUA identificaram um caldeirã o de pesticidas e fungicidas contaminando o pólen recolhido pelas abelhas para alimentarem suas colmeias. Os resultados abrem novos caminhos para sabermos por que um grande número de abelhas está morrendo e a causa específica da DCC, que mata a colmeia inteira simultaneamente.
Quando os pesquisadores coletaram pólen de colmeias que fazem a polinização de cranberry, melancia e outras culturas, e alimentaram abelhas saudáveis, essas abelhas mostraram um declínio significativo na capacidade de resistir à infecção por um parasita chamado Nosema ceranae. O parasita tem sido relacionado à Desordem do Colapso das Colônias (DCC), embora os cientistas sejam cautelosos ao salientar que as conclusões não vinculam diretamente os pesticidas a DCC. O pólen foi contaminado, em média, por nove pesticidas e fungicidas diferentes, contudo os cientistas já descobriram 21 agrotóxicos em uma única amostra. Sendo oito deles associados ao maior risco de infecção pelo parasita.
O mais preocupante, as abelhas que comem pólen contaminado com fungicidas tiveram três vezes mais chances de serem infectadas pelo parasita. Amplamente utilizados, pensávamos que os fungicidas fossem inofensivos para as abelhas, já que são concebidos para matar fungos, não insetos, em culturas como a de maçã.
"Há evidências crescentes de que os fungicidas podem estar afetando as abelhas diretamente e eu acho que fica evidente a necessidade de reavaliarmos a forma como rotulamos esses produtos químicos agrícolas", disse Dennis vanEngelsdorp, autor principal do estudo.
Os rótulos dos agrotóxicos alertam os agricultores para não pulverizarem quando existem abelhas polinizadoras na vizinhança, mas essas precauções não são aplicadas aos fungicidas. (...)
Nos últimos anos, uma classe de substâncias químicas chamadas neonicotinóides tem sido associada à morte de abelhas e em abril os órgãos reguladores proibiram o uso do inseticida por dois anos na Europa, onde as populações de abelhas também despencaram. Mas Dennis vanEngelsdorp, um cientista assistente de pesquisa na Universidade de Maryland, diz que o novo estudo mostra que a interação de vários agrotóxicos está afetando a saúde das abelhas.
"A questão dos agrotóxicos em si é muito mais complexa do acreditávamos ser", diz ele. "É muito mais complicado do que apenas um produto, significando naturalmente que a solução não está em apenas proibir uma classe de produtos." (...)
Nota Vida Campestre: A Desordem do Colapso das Colônias é uma séria ameaça ao cultivo de alimentos, uma vez que as abelhas são responsáveis pela polinização e sem esse trabalho não há produção. Uma crise alimentar (seja pela escassez ou pela falta de qualidade) ameaça o mundo devido a esse e outros fatores e cada vez mais se faz necessário, pela fé, atendermos ao chamado de Deus para fixarmos residência fora das cidades, aprender a produzir nosso próprio alimento (e quem sabe ter nossas próprias abelhas) e dependermos cada vez menos do sistema controlado pelo homem e cada vez mais do plano designado por Deus. 

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

A arca de Noé fedia?


Não foram poucas as vezes que ouvi referências à arca de Noé como um lugar de salvação, porém imundo e fétido. Esse discurso geralmente tem sido usado para justificar ou ilustrar que a Igreja de Deus, a despeito de ser um lugar de salvação, os defeitos e problemas nela existentes são admissíveis e a acompanharão até o fim. Teria essa afirmação fundamento escriturística?

Antes de mais nada quero dizer que sou membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia e creio ser essa a única igreja verdadeira, bem como a última da história deste mundo. “Débil e defeituosa como possa ser, é ela [a IASD] o objeto de Seu supremo cuidado”[i]. Por ser assim a Igreja de Deus deveríamos, por essa razão, adotar uma postura cômoda e conivente diante do mundanismo que introduziu-se em nosso meio?

Provavelmente erraremos ao tentarmos explicar as obras de Deus baseados na lógica humana. Como Sansão sozinho e desarmado derrotou um exército inimigo? Como o profeta Jonas passou três dias e três noites dentro de um peixe? Como cinco pães e dois peixinhos alimentaram uma multidão?  “Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus”[ii].

Voltemos à arca. Considerando que a arca foi um projeto divino[iii], estaria correto afirmar que ali era um lugar fétido?

Calculando o peso das fezes somente do casal de elefantes e dos sete pares de bovinos, caprinos e ovinos durante 378 dias de confinamento, chegamos a 210 toneladas de fezes e milhares de litros de urina aproximadamente[iv].

Somando-se todos os animais e pessoas ali, teria sido realmente um caos do ponto de vista humano, mas Deus tem poder para resolver esse e qualquer outro problema, inclusive o problema do mundanismo da igreja, caso nos humilhemos diante dEle e confesssemos os nossos pecados[v]. “Deus tem mil soluções onde não vemos nenhuma”[vi].

Querido leitor, você acredita que Deus tem poder para fazer com que todos os animais entrassem em hibernação, ou que comessem pouquíssimo e não excretassem nada? Ou que o alimento introduzindo por Noé na arca multiplicou-se como o azeite e a farinha da viúva? E ainda que o projeto divino teria previsto um sistema de ventilação e saneamento adequados? Seja qual foi a solução, pois isso não está revelado, Deus e não o homem estava no comando dessa operação, e Deus tem princípios os quais Ele não quebra. A abordagem deste artigo é sobre tais princípios, não especular sobre o “mal cheiro da arca” ou valer-se dessa imaginação humana para baixar o padrão requerido por Deus ou minorar a crise religiosa que enfrentamos.

Vejamos alguns textos inspirados que nos revelam os princípios divinos sobre higiene, os quais dispensam comentários (sendo possível leiam o contexto):

“E entre as tuas armas terás uma pá; e será que, quando estiveres assentado, fora, então com ela cavarás e, virando-te, cobrirás o que defecaste”[vii].

“Observai por vós mesmos se tudo em vosso quarto está impecavelmente limpo e em ordem, de modo que coisa alguma aí seja ofensiva a Deus, mas que, ao passarem os santos anjos por vosso aposento, sejam atraídos a se demorar, atraídos pelo asseio e a ordem que aí reinam”[viii].

“Ordem e limpeza é a lei do Céu; e para estar em harmonia com o arranjo divino, é nosso dever ser asseados e ter bom gosto”[ix].

“Foram dadas orientações especiais às tribos dos filhos de Israel para que, ao redor de suas tendas, tudo estivesse limpo e em ordem para que o anjo do Senhor não passasse pelo meio do acampamento e visse desasseio. Seria o Senhor tão exigente que notasse essas coisas? Seria; pois é declarado que, vendo Ele a imundícia do povo não poderia sair com seus exércitos a batalhar contra os inimigos deles. De igual modo todas as nossas ações são notadas por Deus. Aquele Deus que requeria que os filhos de Israel crescessem com hábitos de limpeza, não sancionará qualquer impureza no lar hoje”[x].

“Com respeito ao asseio, Deus não requer menos de Seu povo hoje, do que em relação ao Israel antigo. A negligência da limpeza induz a doença”[xi].

“Exige Deus pureza de coração e higiene pessoal agora, assim como o fazia ao dar instruções especiais aos filhos de Israel. Se Deus foi tão minucioso ao prescrever limpeza para aqueles que jornadeavam pelo deserto, que se achavam ao ar livre quase todo o tempo, não requer Ele menos de nós, que vivemos em casas forradas, onde as impurezas são mais observadas e têm influência mais insalubre”[xii].

“A ordem é a primeira lei do Céu, e o Senhor deseja que Seu povo ofereça em seus lares uma imagem da ordem e harmonia que predomina nas cortes celestiais. A verdade nunca coloca seus delicados pés no caminho da imundícia ou impureza”[xiii].

“O Criador dos céus e da Terra considerou a limpeza tão importante que disse: 'Lavem eles os seus vestidos." Êxo. 19:10”[xiv].

Podemos extrair desses poucos textos o princípio divino de asseio e ordem. Não seria rebaixar o padrão divino ao humano, pensar que Deus esqueceu-se desse importante aspecto ao projetar a arca?

Por outro lado, o que Deus espera de Sua Igreja hoje? Seria sábio admitir que o mundanismo adentrar os portais da Casa de Deus ou mesmo a vida de cada crente é tão inevitável como seria o suposto mau cheiro na arca? A quem agradaria essa ideia?

“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”[xv].

“Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível”[xvi].

“A limpeza e a purificação certamente passarão por todas as igrejas de nossa terra que têm tido grandes oportunidades e privilégios e por eles têm passado sem lhes dar atenção. Não é de mais evidências que carecem. Necessitam de corações puros e santificados para ajuntar e reter toda luz que Deus tem dado, e então andarão nessa luz”[xvii].

“A igreja de Cristo deve ser limpa, e pura e santa para Deus. Seus membros estão perante o mundo como representantes do governo celeste”[xviii].

Há centenas de textos como estes, que não dão espaço para admitirmos um baixo padrão moral na Igreja de Deus. Uma igreja “fedida” não honrará ao nosso Deus, mas ao inimigo das almas.

Posto que o joio deva crescer com o trigo até a ceifa, “mesmo o joio encerra uma lição. É ele cultura de Satanás e, deixado à vontade, estraga o trigo por seu crescimento viçoso”[xix]. Não devemos arrancar o joio, mas também não devemos incentivá-lo a crescer. “Não precisamos ser joio nós mesmos, só porque não haverá apenas trigo na colheita”[xx].

“Conquanto em nossas igrejas, que pretendem crer em verdades avançadas, haja pessoas em faltas e erros, como o joio em meio do trigo, Deus é longânimo e paciente. Ele reprova e adverte o errante, mas não destrói os que são vagarosos em aprender a lição que lhes quer ensinar; Ele não desarraiga o joio do meio do trigo. O joio e o trigo devem crescer juntos até a ceifa; quando o trigo chegar ao seu completo desenvolvimento, e pelo caráter que apresentar quando amadurecido, ele se distinguirá perfeitamente do joio”[xxi].

Notemos que não há conivência com o erro, há reprovação e advertência ao errante, sim, com amor e sincero desejo de que chegue ao arrependimento. Aquele, portanto, que ama a verdade, ama o transgressor; mas aborrece o pecado e deve atender à ordem: “Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão, e à casa de Jacó os seus pecados”[xxii]. Ao passo que não podemos ser descorteses ou acusadores de nossos irmãos, também não podemos ignorar e nos acomodarmos ao mundanismo que se avoluma em nossa Igreja a cada dia que passa.

Diante disso, pelas nossas próprias escolhas definiremos o que seremos, se joio ou trigo. Não podemos, nem devemos classificar nossos irmãos como sendo um ou outro, pois somente Deus conhece o coração de cada um, mas devemos esquadrinhar nosso próprio coração, suplicando iluminação ao Santo Espírito.
Como resultado da pregação do terceiro anjo “desenvolver-se-ão dois partidos. O trigo e o joio crescerão juntos para a ceifa”[xxiii]. Não há como deixar de pertencer a um desses dois partidos. O partido joio que não se importa com uma igreja cheirando mal e contribui para isso com suas obras, e o partido trigo que zela pela pureza da igreja de Deus e vive a verdade presente, no poder do Espírito. Cada um deve decidir a qual partido pertencer, porque tentar ficar neutro é a pior situação, conforme lemos em Testemunhos para a Igreja, vol. 3, capítulo 27 à páinga 281: “Indiferença e neutralidade numa crise religiosa são consideradas por Deus como um crime grave e igual ao pior tipo de hostilidade contra Deus”. “Estamos agora no tempo da sacudidura”[xxiv], em breve todos estarão irreversivelmene selados, o trigo  com o selo de Deus e os demais com o selo da besta[xxv].

Querido leitor, desejo e oro para que eu e você escolhamos ser e permanecer trigo. “Tudo depende da reta ação da vontade”[xxvi]. Há poder em Cristo para transformar o nosso coração e nos matermos fiéis até o fim, se nos submetermos incondicionalmente à Sua vontade[xxvii]. E como trigo devemos amar a todos os nossos irmãos, joio ou trigo, pois no íntimo não sabemos qual é qual. E sendo trigo (que Deus nos conceda essa graça), posso assegurar pela Palavra Inspirada, a melhor forma de pregar a verdade é vivendo-a em família. “Uma família bem ordenada, bem disciplinada, fala mais em favor do cristianismo do que todos os sermões que se possam pregar”[xxviii].

Que pela graça de Cristo e no poder do Espírito cada um de nós seja chamado “reparador das roturas, e restaurador de veredas para morar”[xxix]. “Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia”[xxx].





[i] A Igreja Triunfante, p. 63
[ii] 1 Coríntios 3:19
[iii] Genesis 6:15 e 16
[v] 2 Crônicas 7:14
[vi] Testemunhos para a Igreja, vol. VII, p.**
[vii] Deuteronômio 23:13
[viii] Conselhos sobre Educação, p.157
[ix] O Lar Adventista, p.254
[x] Conselhos sobre Educação, p.156
[xi] Conselhos sobre Saúde, p.63
[xii] Conselhos sobre Saúde, p.82
[xiii] Conselhos sobre Saúde, p.101
[xiv] História da Redenção, p.138
[xv] 1 Pedro 2:9
[xvi]Efésios 5:27
[xvii] Testemunhos para Ministros, p. 414
[xviii] MM 1956, Filhos e Filhas de Deus, 15 de setembro, p.265
[xix] Conselhos sobre Educação, p.256
[xx] MM 2002, Cristo Triunfante, 04 de fevereiro, p.41
[xxi] A Igreja Remanescente, p.42
[xxii] Isaías 58:1
[xxiii] Eventos Finais, p.172
[xxiv] MM 1979, Maranata o Senhor Vem, 13 de fevereiro, p.50
[xxv] Apocalipse 22:11
[xxvi] Caminho a Cristo, p.47
[xxvii] Mateus 16:4
[xxviii] O Lar Adventista, p.32
[xxix] Isaías 58:12
[xxx] 1 Coríntios 10:12

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Bolachas recheadas podem ser tão viciantes quanto cocaína


Um estudo um pouco assustador do Connecticut College explica porque você às vezes é absolutamente incapaz de parar de comer bolacha recheada depois de dar uma mordida em uma. A culpa não é sua: cientistas comprovaram que Oreos são tão viciantes quanto cocaína para ratos de laboratório. Comer os biscoitos, aliás, ativa mais neurônios no centro de prazer do cérebro do que usar cocaína ou morfina.
O estudo, cujo objetivo inicial era estudar o potencial de vício de alimentos com altos índices de gordura e açúcar, descobriu que o cérebro dos ratos cria uma associação tão poderosa entre os efeitos prazerosos de comer um Oreo e um ambiente específico quanto a associação feita ao tomar cocaína ou morfina. "A pesquisa sustenta a teoria de que alimentos altos em gordura e açúcar estimulam o cérebro da mesma maneira que drogas fazem", disse o professor Josef Schroeder em uma declaração para a imprensa, "e pode explicar porque algumas pessoas simplesmente não conseguem resistir a esse tipo de comida mesmo sabendo que fazem mal", concluiu.
Oreos são o biscoito recheado preferido dos americanos e são altamente palatáveis para ratos. Os cientistas escolheram o biscoito porque dizem que alimentos com mais açúcar e gordura são fortemente anunciados em comunidades com status socioeconômico mais baixo. Daí, seria possível analisar o impacto destes alimentos em áreas pobres.
Para chegar a essas conclusões, os cientistas colocaram os ratos em um labirinto. Do lado de cá dele, colocaram Oreos. Do outro, aqueles biscoitos de arroz (meio insossos, e os ratos parecem concordar). Daí, deixaram os ratos livres para que eles passassem quanto tempo quisessem do lado que preferissem. O Oreo ganhou, obviamente. Os resultados foram comparados a pesquisas que injetavam cocaína ou morfina nos ratos de um lato do labirinto, contra uma injeção de substância salina do outro lado. Ratos no labirinto de Oreo gastavam o mesmo tempo do lado do biscoito que os ratos condicionados com drogas.
Além disso, comer Oreos ativa muito mais neurônios na região do prazer no cérebro do que usar cocaína ou morfina. "Embora associemos vários perigos à saúde com usar drogas como cocaína e morfina, alimentos altos em gordura e açúcar podem apresentar um perigo maior ainda, porque são mais baratos e mais acessíveis", disse a neurocientista que teve a ideia do estudo, Jamie Honohan.
Ah: caso você tenha se perguntado, os ratos comem o recheio primeiro.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Alegrando o coração do Pai


“Pois se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que Lho pedirem?” (Lucas 11:13)

Aqui em casa meu esposo e eu costumamos dizer que nossa filha é nossa professorinha. Através dela temos aprendido muitas lições, inclusive compreendido um pouco melhor o infinito amor de Deus por nós.

Recentemente, diante dos desafios que enfrentamos ao educar nossa filha, veio-me à mente que esses mesmos desafios e dificuldades ocorrem também, em geral de forma muito mais intensa e profunda, em minha relação pessoal com o Pai celestial. A grande diferença é que o Pai celestial nunca se irrita, se estressa ou age sem que a Sua misericórdia e justiça estejam em perfeito equilíbrio. Que bênção ter um Pai assim!

No entanto, apesar de sermos pais imperfeitos, amamos nossos filhos de forma incondicional. Mesmo quando eles agem de forma rebelde e desobediente procuramos satisfazer-lhes às necessidades com o melhor ao nosso alcance e nos esforçamos ao máximo para que não lhes falte nada que seja para o seu próprio bem. Fazemos tudo isso com amor, mesmo estando o coração apertado e triste por sua reação negativa. Às vezes até chegamos a chorar de tristeza por causa de certas atitudes dos filhos, mas nem por isso deixamos de amá-los, prover-lhes ou buscar sua felicidade. Nosso coração dói ainda mais quando é preciso corrigi-los na tentativa de impedir que permaneçam no erro. Como ansiamos nesses momentos que os filhos entendam que a desobediência sempre gera infelicidade! 

O mesmo se dá com o Pai celestial. Mesmo diante de nossa rebeldia e desobediência, movido de grande amor por nós, satisfaz-nos às necessidades e cuida de nosso bem-estar. Certamente, Seu coração também deve doer de tristeza diante de nossas decisões contrárias a Sua vontade e da necessidade de corrigir-nos, mas nem por isso deixa de cuidar com amor de todos nós.

Por outro lado, quando os filhos são obedientes e prontos a cooperar, que alegria não inunda o nosso coração! Parece que vai explodir de tanta felicidade! Continuamos satisfazendo-lhes as necessidades e anseios como antes, mas parece que agora com muito mais prazer, buscando atender até mesmo os pequenos desejos. Ansiamos fazer ainda melhor por eles. Nosso coração transborda de regozijo ao ver que confiam em nossas orientações e buscam praticá-las. Emocionamo-nos diante do desejo sincero que demonstram em nos agradar. 

Com o Pai celestial não é diferente. Seu coração também transborda de alegria diante de nossa decisão de atender Suas orientações e de obedecer Suas leis movidos por profundo amor e gratidão por tudo que Ele tem feito em nosso favor. Ele continua atendendo nossas necessidades como antes, mas imagino com que felicidade não faz isso agora! Como bom Pai que é, anseia fazer ainda mais e melhor, atendendo até mesmo os pequenos desejos do nosso coração (Salmo 37:4).

Assim como meu coração anseia que minha filha decida ser sempre obediente para seu próprio bem e felicidade, imagino que o Pai celestial também anseie profundamente que decidamos ser filhos obedientes às Suas orientações, que foram criadas para a nossa felicidade aqui nesta Terra e preparo para a vida futura. Assim como meu coração transborda de felicidade ao ver minha filha agindo assim, também quero agir da mesma forma com o terno Pai celestial e fazer com que Seu coração palpite ainda mais forte em amor. Sei que nem minha filha nem eu somos capazes de prestar esse tipo de obediência por nós mesmas, pois em nós não há força alguma para tanto, mas até para isso o bom Pai fez provisão. Ele oferece o Seu poder e o auxílio de Seu Santo Espírito a todo aquele que desejar e buscar seguir o caminho indicado por Ele.

Eu quero inundar de felicidade o coração do meu Pai celestial. E você?

Por Karina Carnassale Deana
Mãe aprendiz da Graziella, 2 anos.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Missão irresistível de impacto mundial


Imagine um povo honesto e sensível às necessidade alheias; entre o qual não ocorram divórcios, mas exista harmonia nos lares; que tenha filhos obedientes, bem educados e corteses; um povo não consumista, mas abnegado, cuja conversação seja de alto nível; um povo que coma para viver e não viva para comer; um povo saudável que não sofra de depressão, ansiedade, diabetes, pressão alta, insônia ou gastrite; um povo que viva no campo e planta seu próprio alimento não trangênico e sem agrotóxicos; um povo cujas escolas de teologia não precisam de certificação do governo, pois seu humilde propósito de servir está muito acima de títulos acadêmicos; um povo de maneiras simples, porém nobre e sem afetação; um povo mais preocupado em servir a Deus e ao próximo do que a si mesmo; que não torça para time algum a não ser para o time do bem; que não busca diversões, mas a própria salvação e a de outros; um povo mais leal aos princípios do que a bússola o é ao polo;... (a lista é grande).
Ah, Israel de Deus, quando acordaremos? Quando reconheceremos que uma mensagem de poder só pode ser dada por um povo de poder? Quando entenderemos que o maior sermão é uma família bem ordenada? Quando confiaremos que a graça de Cristo é perdoadora e transformadora, e mostraremos que pecar não é coisa banal? Quando entenderemos que aqui somos apenas peregrinos e forasteiros, em busca de um caráter sem mancha que possa ser levado para o Céu? Quando assumiremos que temos uma missão importantíssima dada pelo Criador acima de qualquer projeto pesssoal e terreno? Quando compreenderemos que não há neutralidade, e em cada escolha estamos dizendo a quem servimos? Quando? Quando?

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Patê de amêndoa com tomate

Patê de amêndoa com tomate


Esta receita de patê é bem saborosa e prática. Além disso, ela é totalmente crua, pois não leva nenhum ingrediente cozido, o que é excelente para a saúde. Espero que aprovem como minha família e eu aprovamos!

Ingredientes:

  • 1 xícara de amêndoas com pele
  • 2 a 3 tomates sem casca
  • 1 colher de chá de orégano
  • Sal marinho a gosto (costumo colocar 1 colher de chá)

Modo de fazer:

Colocar as amêndoas de molho por alguns minutos para que inchem um pouco e fique mais fácil triturá-las no liquidificador (isso é opcional. Já fiz sem deixar de molho e deu certo, apenas ficaram uns pedacinhos maiores depois de pronto). Juntar as amêndoas e os demais ingredientes e bater no liquidificador até obter um creme (para facilitar, coloque os tomates primeiro e as amêndoas por cima). Se os tomates não estiverem muito suculentos, acrescente um pouquinho de água apenas para ajudar a triturar. Para variar o sabor, acrescente outros temperos de sua preferência, como manjericão, alho, cheiro verde, etc.

Por Karina Carnassale Deana - Saúde Total

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Deus e eu num país europeu (parte 4)



Minha mãe ajudando
na horta
Nossa estadia na Suécia teve como objetivo ajudar os irmãos de lá. Eles possuem um pequeno centro de saúde e uma escola missionária, onde cultivam o solo para produzir seu próprio alimento.

Nos meses em que estivemos lá, os esforços estavam concentrados em plantar, plantar e plantar. Tudo precisa ser plantado com urgência, porque a estação do “calor” é curta, aproximadamente 3 meses. Então, todo o processo de preparo da terra, plantio e colheita precisa acontecer nesse tempo. “É bem pouco tempo para produzir todo o alimento de um ano”, pensei. Realmente, o tempo é algo que não se pode desperdiçar durante esse período.

Meu pai (de vermelho)
cavando buracos para o plantio
Mas o Senhor Criador, em sua infinita sabedoria, faz com que lá, por causa da inclinação da Terra, os dias de verão sejam imensos! No inverno, o Sol se põe às quatro horas da tarde. No verão, há Sol das quatro da manhã às dez da noite; no auge do verão, das três às onze. Assim, as plantas recebem muita luz, e crescem muito rápido.

Frutos da terra
Assim também nós, sabendo que temos pouco tempo antes de um terrível inverno espiritual chegar, quando não poderemos mais fazer brotar nenhuma semente da Palavra de Deus, devemos nos apressar. Precisamos receber o máximo possível de raios do trono de Deus, estudar, orar e praticar a luz que temos, pelo poder de Deus. Logo, o fim chegará, estaremos prontos? O juízo já está ocorrendo. Estamos nós maduros para a ceifa? Damos o fruto do Espírito, temos Seu caráter? Estamos, assim, conquistando almas para Cristo?  Deus precisa de uma seara madura, para colher.

Que Deus tenha misericórdia de nós e nos faça absorver todo raio de luz, para que sejamos frutos maduros e saudáveis, aguardando a ceifa com alegria e seguros no Senhor.


Vídeo: Kibe Vegetariano - passo a passo

Neste vídeo a querida amiga Renata Palombo e sua equipe do site Donas de Casa Anônimas gravaram o passo a passo da receita de Kibe Vegetariano disponibilizada em nosso site. Assista e aprenda a preparar esse delicioso prato! 


Bom apetite!
Por Karina Carnassale Deana - Saúde Total
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